Acampai sob a luz que vem do céu
A luz que vem de nós
Sob o som que você compôs
som dos retrôs
Imaginários flutuantes
passados apaixonantes
Mas nada que desvali
Mais presente que o que
agora está aqui.
O dia agora cai
o céu não tem estrelas
- Um irmão que agora é pai
uma noite à luz de velas.
quarta-feira, 29 de março de 2006
quarta-feira, 8 de março de 2006
Soneto de Ano Novo
Na noite que é sorrateira,
descanso de algum deus,
nada mais há que brilhe
que olhos iguais aos seus.
E na brisa, que é tua platéia
No teu falar, uma graça branda
Na expressão de tua face franca,
Brilha a luz da singela dama.
E no crepúsculo de uma era,
Outra que nasce, na janela,
e à notável menina interpelam.
Ela é só um presente para o mundo.
Uma paz à terra em transe profundo.
Nosso fecundo desejo, uma quimera.
descanso de algum deus,
nada mais há que brilhe
que olhos iguais aos seus.
E na brisa, que é tua platéia
No teu falar, uma graça branda
Na expressão de tua face franca,
Brilha a luz da singela dama.
E no crepúsculo de uma era,
Outra que nasce, na janela,
e à notável menina interpelam.
Ela é só um presente para o mundo.
Uma paz à terra em transe profundo.
Nosso fecundo desejo, uma quimera.
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