Na noite que é sorrateira,
descanso de algum deus,
nada mais há que brilhe
que olhos iguais aos seus.
E na brisa, que é tua platéia
No teu falar, uma graça branda
Na expressão de tua face franca,
Brilha a luz da singela dama.
E no crepúsculo de uma era,
Outra que nasce, na janela,
e à notável menina interpelam.
Ela é só um presente para o mundo.
Uma paz à terra em transe profundo.
Nosso fecundo desejo, uma quimera.
Um comentário:
um presente pra platéia.
que não está dormindo..
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