Estou cansado. Não digito mais. São quase cinco da manhã, neste momento em que apenas meus dedos mantém-se vivos como ao dia. O resto de meu corpo adormece, vagarosamente.. concluo meus escritos para recolher-me, nessa manhãzinha fria, pra estar de pé daqui a apenas algunas horas.
Se eu pudesse escolher um instante pra viver eternamente, seria nessas madrugadas. Se pudesse levar comigo um móvel, seria a poltrona. Nada melhor que sentar ali na sala, na poltrona confortável, no maior breu e escutar músicas gostosas de ouvir, sejam de rádios ou particularesm sejam populares ou clássicas. Passo horas ali, imutável, absorto, longe de dormir, mas igualmente longe de estar acordado. Pode-se pensar em tudo, ou em nada. Tempo não falta. Muito menos, um momento mais apropriado!
Madrugada, madrugada, madrugada. Hora de escrever para uns, de chorar para outros, de dançar, de ler, de fazer sexo, de conversar, pela internet, por telefone, pessoalmente... qual outra melhor hora?
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