sexta-feira, 15 de abril de 2005

Este texto foi publicado em terceira pessoa, mas isso não faz a menor diferença; afinal, a primeira, a segunda, a terceira e todas as pessoas deste blog são eu mesmo.

=> Leon K. Nunes é graduando, cursa o 7º período de Licenciatura em Geografia. Já tentou fazer Filosofia, Direito, Jornalismo, Desenvolvimento de Software e Geologia e Mineração. Nos três primeiros, sequer chegou a cursar por fatalidades (é verdade!), e os outros até cursou, porém não concluiu, por semelhantes fatalidades (desta vez, não é tão verdade assim...).

Aos 22 anos, enfim quebrou seu recorde no tempo em que esteve trabalhando: bastou se manter três meses lecionando Geografia no Atheneu - onde continua até hoje -. uma escola estadual sucateada, esquecida e restrita a estudantes periféricos de baixa assistência. A seu favor, conta a tradição: é a escola mais antiga do Brasil em atividade.

Se levar em conta o tempo em que passou namorando, podemos considerá-lo um grande trabalhador!

Foi liderança estudantil, escalou desde o cargo de líder de sala duma escola pública suburbana até a presidência do Grêmio da maior instituição do estado. Promoveu diversas passeatas, escreveu vários artigos e entoou muitos discursos, entretanto fracassos não demorariam em lhe bater a porta. Foi fundador e presidente do Centro Acadêmico de Geografia (CaGeo), embora seu maior, ou mesmo talvez o único legado no movimento estudantil sejam os desafetos que fez.

Em 2007, criou, junto aos poucos parceiros de lutas e sonhos, a revista Tá na Cara!, elaborada semiprofissionalmente e vendida em diversas bancas da cidade a meros 5 reais, para a qual escreve e revisa - cada vez menos as duas coisas.

Entrou para o Partido Comunista do Brasil com o desejo de participar da Revolução a partir das fileiras desta organização. Saiu pela porta dos fundos ao lado de mais de dez camaradas, brigados e ignorados por dirigentes municipais, estaduais e nacionais. Atualmente, abriga-se no Partido dos Trabalhadores, onde é dirigente de uma corrente interna da chamada "esquerda petista".

Já entrou pra banda de metais de sua escola como músico trompetista, mas a banda faliu antes do Sete de Setembro. Tentou montar bandinha de rock que morreu ainda na concepção, mal tendo o direito de tocar numa garagem. Participou de congressos da UNE mesmo antes de ser universitário e virou integrante ativo de experiências escatológicas, sexuais e agressivas. Teve uma penca de blogs na Internet, embora somente noutros três ou quatro tenha mantido certa regularidade. Atualmente, este é o único atualizado periodicamente.

Viveu a maioria de suas aventuras negras, drogadas, bêbadas, romanescas e tumultuadas na fase adolescente, e ocasionalmente pouco se mete em encrenca. O trem da vida parou em alguma estação inóspita e ainda não há certeza se vai seguir em frente. De qualquer forma, mesmo as mais antigas histórias ainda lhe ecoam a cabeça e servem de inspiração para as composições deste blog.

Todos os textos desta página, mesmo os não-autorais e os ficcionais são de teor autobiográfico ou refletem a opinião do dono. Portanto, não serão expostas aqui, sob nenhuma hipótese, postagens que não se adequem a tais condições, sejam de amigos, seja da namorada, seja do chefe, seja da mãe (esta, se não ler este blog já faz um grande favor). Porém, se sua avó analfabeta escrever algo, certamente os leitores terão a oportunidade de apreciar.

...

Acredita no socialismo como um caminho para superação à barbárie do mundo atual, capitalista-cristão. Rememora velhas lideranças como Che Guevara, R. Luxemburgo, Stalin, Marx, Lenin, Amazonas. Apoia o presidente Lula e o seu Governo. Mas isso tudo não o impede de, filosoficamente, ser adepto do niilismo. Pelo contrário: é socialista não por quaisquer idealismos, mas por pura opção racional.

As maiores influências literárias deste blog são Aldous Huxley, Charles Bukowski, Jack Kerouac, Graciliano Ramos, Jorge Luis Borges, Gabriel Garcia Marquez, Victor Hugo, Rubem Fonseca, entre uns e outros.

Ouve música de estilos diversos, entre clássico, rock progressivo, blues. Não gosta, contudo, de variantes. Rock com pitada de forró, jazz com pitada de salsa, e outras misturebas idolatradas nessa era de arremedo cultural que uns chamam de pós-modernismo são dispensáveis.

Quaisquer detalhes não-lembrados aqui podem ter sido ocultados por puro propósito. Ou será destacado na cargo da próxima atualização, daqui a um ano.

No mais, estou indo embora.

8 comentários:

Anônimo disse...

Muito bom!!!! O seu humor (aqui) está bom como nunca esteve (pelo menos, virtualmente)!
Sucesso!

Anônimo disse...

Bom humor..., só virtualmente, hehe
(é guerra...) agora num dê corda pra ele naum, kkkk!!
Abraço!!

Anônimo disse...

Esse Marquinhos é o Marquinhos que eu estou pensando?
Que honra você aparecer aqui... logo você.

M. [doc] B. disse...

Agora mais do que nunca quero conhece-lo!

Anônimo disse...

Gostei da sua mini auto-biografia. Você parece ser um homem inteligente -- preste bem atenção, eu disse 'parece'. Pelo menos tem bom humor, o que já é um ponto positivo; e tem convicção, o que também me atrai nas pessoas, de certa forma. Enfim, gosto do formato do blog, dos escritos, do autor. Voltarei.

Maluz disse...

he ! massa pow como vc ja sabe não vou ler um livro ja to com o teu blog aqui abertu é mais comodo ver as peripercias de um ser humano não tão diferente de mim , so q com a inteligencia mais avantajada rsrsrsr googlinhu ! eu sou so uma aluna indiciplinada q mal entende o que digita , alias sei mais nem o q eu to falando xaw temais !

Maluz disse...

depois eu volto pa ler mais , axo q vo fica gaga e num terminu rsrrsrsrsrsr sim num foi perca de tempo não pow e melhor de q ler crepusculo de se satisfeito por esse feito despertar a curiosisaddade de uma minina q desde o começo do ano num le quase nada devido a ceguera ! ^^

Anônimo disse...

Nunca mais falarei de capitalismo perto de vc! :P

É bom que mantém seu humor vivo até hj! ;)