Eu estava sentado no chão e afinando a guitarra, supernervoso por participar de meu primeiro festival. Tínhamos menos de um ano de banda, mas o entrosamento já era avançado, apesar dos poucos ensaios e apresentações que fizéramos até ali. A rapaziada no pretenso camarim cujo teto tinha menos de dois metros de altura - o que não era problema para este que vos escreve, visto que sempre fui baixinho, diminuto, imperceptível - ficava tomando tragos de batidas de vinho com alguma vitamina, num ritmo frenético.
Até pouco tempo antes, eu era um moleque pacato, deslocado e mau-humorado, do tipo que se senta na frente na sala e não fala com ninguém. Tratava-se do ano 2000, já no clima dos festejos dos 500 anos da República, e eu, então com 15 anos, estava lá da sala, entediado com tudo aquilo e metido a rebelde, vestido com a camisa da farda rabiscada com os dizeres "pau no cu do 5º centenário", de modo que enfim percebi que alguém pensava minimamente parecido comigo, que sempre detestei essas cerimônias coletivas, quando Eric veio me conhecer e ficamos de conversa por longo tempo naquele mesmo dia; um gaúcho branquelo e racista em potencial, mas com quem até que me dei bem. O nome do figura era Eric, e não tardou até eu conhecer Maurício, um lutador de jiu-jitsu de face eternamente carrancuda, outro de sua trupe.
Totalmente deslocados do ambiente de festas que se via em todos os locais - faixas, out-doors, camisetas, televisão -, decidimos aproveitar o elo que havia entre nós e organizar uma banda bem ao estilo punk, já que nenhum de nós tinha lá maiores conhecimentos musicais. Com os instrumentos emprestados do pai de Eric, que sempre sonhou em ver o filho como um virtuoso músico, formamos o Cavalo Amarelo, nome de referências históricas e literárias inglesas, de onde também vinha as nossas influências musicais. Com alguns acordes decorados, consegui desenrolar na guitarra, até entrar, no ano seguinte, André Rubão, um solista magistral, um autêntico guitar man, a quem eu acompanharia no som. A partir daí tudo aconteceria rapidamente na minha vida. O que passou a existir pra mim foi a efemeridade das festas, das garotas, da benzina e de tudo que tinha caído do céu num impacto animal. Eu já não era mais o cara mau-humorado e deslocado de antes.
Oito meses depois de criado o grupelho, fomos convidados para o Festival de Rock da Cidade-Praia, nome que fazia referência ao local, que, convenhamos, ficava a muitos quilômetros do litoral, e cuja identidade praiana na estética era nula. O festival foi realizado num barzinho que não me recordo o nome, mas bem me lembro que não havia ninguém que tivesse a idade próxima à nossa. Praticamente só havia coroa, porém todos, uns graças a umas doses de álcool no sangue, muito empolgados com o que veriam. Além deles, restavam umas púberes mais discretas, sendo que algumas iriam assistir a seus namorados e outras que iriam esperar pra ver se descolava algum garoto para se divertir na Praça Presidente Sarney, que de praça não tinha nada: era tudo mato. Para nosso azar, fomos a última banda da noite e quando saímos já não restava mais nenhuma pequena solitária no bar.
Não tinha mais que quatro bandas aquela noite, das oito que estavam inscritas. Mas para nós, aquilo valia como o Rock in Rio I. Era alguma data no mês de abril, o Dia Internacional do Homem, e, em referência, o Rubão entrou no palco só de cueca. Houve até quem aplaudisse... quando cheguei no palco, saquei que tinha esquecido a set list e introduzi errado várias músicas. De cara, vimos protestos e aplausos logo na primeira música, quando o Eric levou uma latada na cabeça após o desabafo dos primeiros versos de nossa canção Pátria Puta: "vivendo na terra em que tudo tarda, vivendo na merda na periferia do Brasil, ignorados pela pátria puta que nos pariu"... Eric, porém, cabeçudo como era, continuaria a cantar e levaria ainda pelo menos meia dúzia de latas, mas venceu pelo cansaço aqueles que reclamavam (enquanto outros aplaudiam e derramavam seus palavrões). O Eric tocava baixo e cantava, mas nesse dia sua potente voz falhou diversas vezes, e tive que dividir com ele o vocal em um bocado de músicas. Quem me conhece sabe o estrago que é minha voz... depois de encher a cara de cerveja e aguardente, porém, o público presente não ligava para tais bobagens. Ainda assim, tomei latada a cada desafino. E inclusive jogaram cerveja uma vez no Rubão - este era mais fresco, por qualquer coisa fazia arruaça. Chegou a tirar a cueca na apresentação e foi obrigado a sair do palco. Felizmente, isso só aconteceria quando já estávamos no encerramento de nossa apresentação.
Ao fim do festival, porém, veio a surpresa: embora o bar já estivesse esvaziado, nossa empolgação foi única quando soubemos que fomos a melhor banda da noite! E inclusive ganhamos uma plaquinha do barzinho. Além de melhor banda, vencemos com melhor guitarra solo e melhor bateria, com o Maurício. Ficamos ainda no bar até a metade da madrugada enchendo a cara e voltaríamos a pé cantando pelas ruas com os instrumentos pendurados, uns 15km de tropeços e cambaleios até chegar ao destino - porém, algo ainda aconteceria sob o testemunho da lua e das parcas estrelas visíveis.
Quando passávamos por dentro de um pequeno bosque (na realidade, uma outra praça esquecida pelo Estado e dominada por mato) para cortar o caminho, eis que nos aparece um grupo de uns sete ou oito delinqüentes e nos cerca. Na nossa condição, não tínhamos como resistir a nada, mas ainda assim tentamos, em vão: deram-nos murros e socos, roubaram nossas placas de premiação e nos deixaram lá, jogados nas ervas-daninhas, temporariamente incapacitados a levantar, e só dispostos a sentir pena de nós mesmos por não termos defendido o mínimo de nossa dignidade: naquele momento, os nossos pequenos troféus. Roubaram praticamente todos, as placas de melhor banda que os quatro tinham e a de melhor guitarra do Rubão. Só não roubaram a de melhor bateria do Mauricio, já que ele, em seu talento como lutador de artes marciais, conseguiu mantê-la protegida. Mas mesmo ele estava fragilizado, tinha bebido bastante e já estava muito cansado e abatido.
Procuramos o primeiro meio-fio e sentamos para, como consolo, terminar de beber o que restava das duas garrafas de Mackinlays com que o dono do bar também nos brindara. Nos jogamos para trás e ficamos lá, cantando baixinho como um coral melancólico e sem platéia, olhando para o céu vazio e cinza, e só seríamos acordados ao amanhecer, quando a dona da casa em frente à qual adormecemos nos expulsaria a vassouradas.
A nossa banda, embora tivéssemos uma boa relação de cumplicidade e amizade, não duraria mais muito tempo. O Mauricio logo aprontaria das suas com uma tiete nossa e teria uma filha, que chamaria de Clara, e foi o primeiro a sair. Eu aproveitei a saída dele, e, naquele ano em que eu faria 16, coisas novas se me apresentavam, e diferentes do que experimentava até ali. Eu me liguei mais em Aldous Huxley, Pink Floyd, Karl Marx, Luiz Buñuel. Meu lugar não era mais ali. Pulei fora. O Eric, cuja voz forte falhava vez ou outra, a perderia quase completamente num acidente de carro que sofreríamos pouco depois. Suas cordas vocais foram destroçadas, e hoje faz um esforço animal se quiser que sua voz seja ouvida a mais de cinco passos. Sua família logo o mandaria para os Pampas, "aquilo que é terra de gente", distante de nossas más influências, e ele seria o terceiro membro a sair da banda. Eu o vi ainda uma vez em 2005 quando ele voltou a Natal para passar uns dias. Na ocasião, dividiríamos umas bebidas e escreveríamos novas canções, com músicas dele e letras minhas, como sempre foi. Entretanto, ele foi embora rapidamente, como esperado, e as poucas músicas que chegamos a gravar toscamente na guitarra e voz se perderam na última vez em que formatei meu computador.
André Rubão ficou sozinho na banda, que não tinha mais nenhum membro original. Chamaria uns amigos para continuarem tocando dali em diante, porém a banda acabaria pouco depois - exatamente um ano depois do fatídico dia do festival e das premiações roubadas.
Hoje já não tenho nenhuma lembrança material da banda. A única que restaria seria o pequeno troféu rústico e esteticamente muito feio, mas bastante simbólico. Fotos, raramente tiramos juntas. O Cavalo Amarelo persiste, porém, na minha memória, como o marco que mudaria minha vida dali em diante. Faria de mim mais que platéia. Embora fizéssemos coisas bonitas, com umas musiquetas românticas aqui e ali, nossa idéia de banda era protestar e escrever sobre nossas angústias de adolescentes. Hoje, minhas angústias já não são de adolescentes, mas permanecem. Ainda tentei desenrolar outras bandas depois, uma idéia que não sairia do lugar, já que não há mais quem faça banda como expressão existencial de si próprio. A música pra mim nunca foi curtição; para um chato como eu, o que mais se aproximava de curtir era estar numa cama com uma garota ou numa mesa de bar com uns amigos. Já música, assim como contos, eu sempre fiz e assimilei quando estava aborrecido ou irritado. Hoje, a música tem papel pouco destacado na minha vida. O eterno mau humor e o deslocamento que outrora eram parte de minha personalidade, por sua vez, voltaram. Pra ficar.
Até pouco tempo antes, eu era um moleque pacato, deslocado e mau-humorado, do tipo que se senta na frente na sala e não fala com ninguém. Tratava-se do ano 2000, já no clima dos festejos dos 500 anos da República, e eu, então com 15 anos, estava lá da sala, entediado com tudo aquilo e metido a rebelde, vestido com a camisa da farda rabiscada com os dizeres "pau no cu do 5º centenário", de modo que enfim percebi que alguém pensava minimamente parecido comigo, que sempre detestei essas cerimônias coletivas, quando Eric veio me conhecer e ficamos de conversa por longo tempo naquele mesmo dia; um gaúcho branquelo e racista em potencial, mas com quem até que me dei bem. O nome do figura era Eric, e não tardou até eu conhecer Maurício, um lutador de jiu-jitsu de face eternamente carrancuda, outro de sua trupe.
Totalmente deslocados do ambiente de festas que se via em todos os locais - faixas, out-doors, camisetas, televisão -, decidimos aproveitar o elo que havia entre nós e organizar uma banda bem ao estilo punk, já que nenhum de nós tinha lá maiores conhecimentos musicais. Com os instrumentos emprestados do pai de Eric, que sempre sonhou em ver o filho como um virtuoso músico, formamos o Cavalo Amarelo, nome de referências históricas e literárias inglesas, de onde também vinha as nossas influências musicais. Com alguns acordes decorados, consegui desenrolar na guitarra, até entrar, no ano seguinte, André Rubão, um solista magistral, um autêntico guitar man, a quem eu acompanharia no som. A partir daí tudo aconteceria rapidamente na minha vida. O que passou a existir pra mim foi a efemeridade das festas, das garotas, da benzina e de tudo que tinha caído do céu num impacto animal. Eu já não era mais o cara mau-humorado e deslocado de antes.
Oito meses depois de criado o grupelho, fomos convidados para o Festival de Rock da Cidade-Praia, nome que fazia referência ao local, que, convenhamos, ficava a muitos quilômetros do litoral, e cuja identidade praiana na estética era nula. O festival foi realizado num barzinho que não me recordo o nome, mas bem me lembro que não havia ninguém que tivesse a idade próxima à nossa. Praticamente só havia coroa, porém todos, uns graças a umas doses de álcool no sangue, muito empolgados com o que veriam. Além deles, restavam umas púberes mais discretas, sendo que algumas iriam assistir a seus namorados e outras que iriam esperar pra ver se descolava algum garoto para se divertir na Praça Presidente Sarney, que de praça não tinha nada: era tudo mato. Para nosso azar, fomos a última banda da noite e quando saímos já não restava mais nenhuma pequena solitária no bar.
Não tinha mais que quatro bandas aquela noite, das oito que estavam inscritas. Mas para nós, aquilo valia como o Rock in Rio I. Era alguma data no mês de abril, o Dia Internacional do Homem, e, em referência, o Rubão entrou no palco só de cueca. Houve até quem aplaudisse... quando cheguei no palco, saquei que tinha esquecido a set list e introduzi errado várias músicas. De cara, vimos protestos e aplausos logo na primeira música, quando o Eric levou uma latada na cabeça após o desabafo dos primeiros versos de nossa canção Pátria Puta: "vivendo na terra em que tudo tarda, vivendo na merda na periferia do Brasil, ignorados pela pátria puta que nos pariu"... Eric, porém, cabeçudo como era, continuaria a cantar e levaria ainda pelo menos meia dúzia de latas, mas venceu pelo cansaço aqueles que reclamavam (enquanto outros aplaudiam e derramavam seus palavrões). O Eric tocava baixo e cantava, mas nesse dia sua potente voz falhou diversas vezes, e tive que dividir com ele o vocal em um bocado de músicas. Quem me conhece sabe o estrago que é minha voz... depois de encher a cara de cerveja e aguardente, porém, o público presente não ligava para tais bobagens. Ainda assim, tomei latada a cada desafino. E inclusive jogaram cerveja uma vez no Rubão - este era mais fresco, por qualquer coisa fazia arruaça. Chegou a tirar a cueca na apresentação e foi obrigado a sair do palco. Felizmente, isso só aconteceria quando já estávamos no encerramento de nossa apresentação.
Ao fim do festival, porém, veio a surpresa: embora o bar já estivesse esvaziado, nossa empolgação foi única quando soubemos que fomos a melhor banda da noite! E inclusive ganhamos uma plaquinha do barzinho. Além de melhor banda, vencemos com melhor guitarra solo e melhor bateria, com o Maurício. Ficamos ainda no bar até a metade da madrugada enchendo a cara e voltaríamos a pé cantando pelas ruas com os instrumentos pendurados, uns 15km de tropeços e cambaleios até chegar ao destino - porém, algo ainda aconteceria sob o testemunho da lua e das parcas estrelas visíveis.
Quando passávamos por dentro de um pequeno bosque (na realidade, uma outra praça esquecida pelo Estado e dominada por mato) para cortar o caminho, eis que nos aparece um grupo de uns sete ou oito delinqüentes e nos cerca. Na nossa condição, não tínhamos como resistir a nada, mas ainda assim tentamos, em vão: deram-nos murros e socos, roubaram nossas placas de premiação e nos deixaram lá, jogados nas ervas-daninhas, temporariamente incapacitados a levantar, e só dispostos a sentir pena de nós mesmos por não termos defendido o mínimo de nossa dignidade: naquele momento, os nossos pequenos troféus. Roubaram praticamente todos, as placas de melhor banda que os quatro tinham e a de melhor guitarra do Rubão. Só não roubaram a de melhor bateria do Mauricio, já que ele, em seu talento como lutador de artes marciais, conseguiu mantê-la protegida. Mas mesmo ele estava fragilizado, tinha bebido bastante e já estava muito cansado e abatido.
Procuramos o primeiro meio-fio e sentamos para, como consolo, terminar de beber o que restava das duas garrafas de Mackinlays com que o dono do bar também nos brindara. Nos jogamos para trás e ficamos lá, cantando baixinho como um coral melancólico e sem platéia, olhando para o céu vazio e cinza, e só seríamos acordados ao amanhecer, quando a dona da casa em frente à qual adormecemos nos expulsaria a vassouradas.
A nossa banda, embora tivéssemos uma boa relação de cumplicidade e amizade, não duraria mais muito tempo. O Mauricio logo aprontaria das suas com uma tiete nossa e teria uma filha, que chamaria de Clara, e foi o primeiro a sair. Eu aproveitei a saída dele, e, naquele ano em que eu faria 16, coisas novas se me apresentavam, e diferentes do que experimentava até ali. Eu me liguei mais em Aldous Huxley, Pink Floyd, Karl Marx, Luiz Buñuel. Meu lugar não era mais ali. Pulei fora. O Eric, cuja voz forte falhava vez ou outra, a perderia quase completamente num acidente de carro que sofreríamos pouco depois. Suas cordas vocais foram destroçadas, e hoje faz um esforço animal se quiser que sua voz seja ouvida a mais de cinco passos. Sua família logo o mandaria para os Pampas, "aquilo que é terra de gente", distante de nossas más influências, e ele seria o terceiro membro a sair da banda. Eu o vi ainda uma vez em 2005 quando ele voltou a Natal para passar uns dias. Na ocasião, dividiríamos umas bebidas e escreveríamos novas canções, com músicas dele e letras minhas, como sempre foi. Entretanto, ele foi embora rapidamente, como esperado, e as poucas músicas que chegamos a gravar toscamente na guitarra e voz se perderam na última vez em que formatei meu computador.
André Rubão ficou sozinho na banda, que não tinha mais nenhum membro original. Chamaria uns amigos para continuarem tocando dali em diante, porém a banda acabaria pouco depois - exatamente um ano depois do fatídico dia do festival e das premiações roubadas.
Hoje já não tenho nenhuma lembrança material da banda. A única que restaria seria o pequeno troféu rústico e esteticamente muito feio, mas bastante simbólico. Fotos, raramente tiramos juntas. O Cavalo Amarelo persiste, porém, na minha memória, como o marco que mudaria minha vida dali em diante. Faria de mim mais que platéia. Embora fizéssemos coisas bonitas, com umas musiquetas românticas aqui e ali, nossa idéia de banda era protestar e escrever sobre nossas angústias de adolescentes. Hoje, minhas angústias já não são de adolescentes, mas permanecem. Ainda tentei desenrolar outras bandas depois, uma idéia que não sairia do lugar, já que não há mais quem faça banda como expressão existencial de si próprio. A música pra mim nunca foi curtição; para um chato como eu, o que mais se aproximava de curtir era estar numa cama com uma garota ou numa mesa de bar com uns amigos. Já música, assim como contos, eu sempre fiz e assimilei quando estava aborrecido ou irritado. Hoje, a música tem papel pouco destacado na minha vida. O eterno mau humor e o deslocamento que outrora eram parte de minha personalidade, por sua vez, voltaram. Pra ficar.
13 comentários:
Porreta!
Agora, a história da banda é real? Só faltava você cantando, eu pagava pra parar. Já no conto, são outros quinhentos, aí você manda bem.
Abraços
texto Enorrrmmeee!! (Isso é muito gay... Enorrrrmmmeeeee!!!)
Largar a música jamais...
Nem pensar...
Não li tudo... a noite vejo e comento.
História bem trágica.
Pelo menos ninguém morreu de overdose (pelo menos no texto).
Não sei quanto do texto é ficção, mas eu já fiquei de boca aberta com muitas banda de Natal-RN.
Quando tinha uns 17 anos vi uma banda meio rock eletronico com uma loira de cabelos gigantescos que até hoje povoam meus sonhos :)
Tem também o Rush Cover e várias outras... Maldito nordeste que só vive de axé :P
Lindo nordeste que vive de rock :)
Que bom que tenhas gostado do post. Bloquear o interlocutor por 24 hs é uma boa. Nem sempre utilizo desse, mas cada qual com seus métodos.(risos)
Por alguns instantes me veio a idéia de que a cambada da 'surra' era de uma das outras 3 bandas da noite. Que loucura! Não sei do que se tratará "Enquando o sono não vem", mas essa dá história! =)
Ângelo: era real sim...
Chantinon: a cena de Natal realmente tem coisas muito boas...
Gabriela: se eles eram das outras bandas ou tinham ligação com elas, nós até hoje guardamos a desconfiança...
leon...
cara,
primeira vez que entro no teu blog
e adorei
vc escreve muuuuuuito
^^
Parabens
voltarei sempre p/ ler seus contos
;D
Como tu escreve bem!
É dificil achar um garoto que, por volta dos 15 ou 16 anos, não tenha pensado em montar uma banda. Aqui na minha cidade já ocorreu de muita banda levar ovada nos festivais de rock. E surras de bandas adversárias também.
Eu também já pensei em formar uma banda, mas só por diversão. Hoje nem penso mais, já que larguei as aulas de canto que fazia e pouco toco alguma coisa no violão.
Voltarei aqui depois para ler os outros post, é que nesse momento eu estou começando a ficar com sono...ehehê.
Beijão! E obrigada por visitar meu blog, "advogado das gatinhas", rá! :D
você escreve muuito, parabéens.
geralmente bandas não dão certo mesmo.
são raras as que dão e ainda fazem sucesso. a sua ainda durou eeinh!
:D
beeijo
Decidi voltar para ler os outros posts, já que meu soninho passou :D , ehehê.
Achei bem legal o jeito que tu relatou o encontro com Elizabeth. O café, as palavras que trocaram, acho que tudo contribuiu para que tudo ficasse interessante. Gostei mesmo!
Li outro post que tu havia comentado sobre a tua satisfação por ler o que tu escreve. E concordo contigo, acho que não podemos escrever um conto, uma cronica ou seja lá o que for, para agradar todo mundo. Sempre vai existir aquele que odeia tua escrita e que vai criticar a forma como tu lida com as palavras. Mas não é por isso que vais deixar de escrever, né?
Ah, e queria agradecer os votos de felicidade. Eu também espero que essa fase seja bem gostosa, obrigada! Eu já tive aniversários mais "cinzas", tanto é que mal comemorei meus 15 no ano passado. Pra falar a verdade, é a primeira vez que estou contente por comemorar meu aniversário com os amigos. Mas será no sábado, ainda falta alguns dias :D
Beijão e obrigada pelas visitas!
Nossa, escrevi quase uma bíblia, ehê.
Eu adoro música! Não conseguiria encarar vomo profissão, eu acjho, mas, um dos meus sonhos é montar uma banda cover do sugarcubes só pela zoação!
bjus!!!
os livros, como tu disse, faz com que a gente tenha uma visão diferente dependendo da época em que lemos. Li o mesmo livro aos 10 anos e depois aos 14...
Pretendo lê-lo novamente, ehê.
Ah, e eu estou esperando você atualizar :/
bom o novo layout
bah, atualiza meu site ali do lado! hahahaha
beijo!
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