Comecei a trabalhar em mais um roteiro, solicitado por um amigo, um estudante de Cinema, um diretor amador, em troca de algumas notas. Tava tudo pronto, até comecei a escrever uma boa história de início, era para um média-metragem, onde eu explorava o comportamento masculino depois de uma noite de amores quentes com mulheres conhecidas ou desconhecidas. Escrevi o primeiro caso, um homem que se divorciava e, após oito meses sem contato com o mundo feminino, cuidando para adquirir novos hábitos, deixou de fumar, de beber, ele então encontra a ex-mulher num metrô e, nessa primeira noite, ele volta para sua antiga casa. Todo o serviço sexual é completo, os dois transam como felinos irritados durante toda a madrugada, até que, num dado momento, naturalmente, ele cansa. E se vê deitado na cama com sua ex-mulher, figura feminina que ele passou a odiar com o passar dos anos. Ele bem sabia que o que sustentara seu casamento durante oito anos foi justo a bebida, o cigarro, um baseado depois da foda; e agora, ele não tinha nada disso. Foi o pior momento de sua vida.
Parei por aí. Não me lembrava, na verdade, do que havia escrito, e não lembrava se estava bebendo enquanto digitava. Mas quando acordei e notei o computador ligado, percebi isso, que não havia avançado muito na história. É incrível, tudo não passava de duas páginas de texto. Eu só poderia ter sido sacaneado, alguém roubou meus textos.
Fiquei irritado e chamando palavrões pela casa! Como eu não conseguiria ter passado de duas míseras páginas de roteiro? - e, destacando que o roteiro tem uma formatação diferente do usual, então eu sequer havia chegado em duas páginas! Sentei-me para dar continuidade à história puto da vida! Mas... Nada saiu!
Fiquei pensando no que me teria me causado aquela procrastinação. Percebi que há tempos eu não escrevia. Nem roteiros, nem contos, nem absolutamente nada! Não tinha nenhum estímulo. Pensei em beber, mas não tinha dinheiro, e fatalmente no bar da esquina, onde eu havia pego uma briga na noite anterior, eu não seria bem recebido - talvez no dia seguinte. Pensei também em fumar, mas por que fumar? Eu nem fumo! Detesto cigarros... fiquei, então, com esse bloqueio perdurando toda a manhã, com a barriga vazia e as mãos sustentando minha cabeça que tentava se aninhar nos meus braços por uma vergonha própria!
Então começaram a gritar, bater palmas, lá na porta da frente. Já era meio-dia e eu não tinha aberto uma fresta sequer de janela porque não queria ser incomodado, mas é incrível como as pessoas não respeitam uma casa fechada! Abri a porta e, com os olhos quase fechados, ofuscados pelo dia claro e reluzente, vi duas garotas: uma morena clara, muito charmosa, de cabelo curto, acima do pescoço, e uma branca, com um longo cabelo loiro, que não era tão bonita, ficava com a cara fechada todo o tempo. Do outro lado do portão, elas estendiam a mão e me chamavam para oferecer uma pequena papeleta.
- Oi! - disse a morena - Sou Juliana, esta é Lúcia, queríamos convidá-lo para a inauguração da Igreja do Jardim, terá uma festa para a comunidade, que fica ali no...
- Igreja? - Interrompi. - Desculpe, não sou cristão...
- Mas venha, venha sem compromisso, é uma festa, você vai gostar - até agora somente a Juliana havia falado.
- O que é isso, um grupo de jovens? - perguntei, apontando para uma foto que tinha no panfleto, com várias crianças e adolescentes sorridentes.
- Sim, é o nosso grupo - disse a outra - , você também pode participar, eu acho. Quantos anos tem? 25? Olha, então acho que pode participar sim...
Eu respondi que tinha 25 para me livrar do convite, não passo de 22 de fato... mas o plano não deu certo.
- Apareça! É ainda hoje, lá pelas 19h. Esperamos você! - disse a morena, dando uma piscadinha e saindo sem olhar para trás, mas com a certeza - eu aposto - de que sua bela nuca seria seguida atentamente até onde minha vista alcançasse.
Entrei e tranquei tudo novamente. Joguei a papeleta e fui procurar algumas coisas que me fizessem abrir a mente para escrever. Procurei numa estante alguns filmes que ainda não tinha assistido. Saquei um filme alemão, que comprei quando comecei a estudar esse idioma. "Vamos ver o que temos aqui?"
O filme não tinha legendas, e eu já tinha perdido muito da minha habilidade com o alemão. Mas dava para entender perfeitamente o conflito na história. Homens amedrontados e uma bela mulher que tinha uma deficiência física natural - ela tinha dentes na vagina, argh! Na minha inércia, terminei assistindo todo o filme e ficando ainda mais atordoado...
Peguei um livro pra ler, mas o livro não ajudava... estava cansado de ler e reler os mesmos livros. Peguei um do Fante, Pergunte ao Pó... que péssima escolha! Não bastasse eu estar em um tumulto por não conseguir nada escrever, o Arturo Bandini, personagem do livro, estava nitidamente com um interior mais tumultuado do que eu!
Às 19h, eu ainda andava para lá e para cá pela casa, quando reparei no pequeno cartaz de convite para a festa. Estaria meio atrasado se fosse para a inauguração da igrejinha, mas acho que valeria a pena. Fiquei pensando em reencontrar lá a Juliana, ela devia ter o quê?, uns 17, 18 anos talvez, era muito atraente e convidativa. Não poderia perder a oportunidade de reencontrá-la, eu mal saía pelas ruas do bairro, meu trajeto ali era só até o barzinho, não sabia nem se ela morava a um quarteirão de mim ou se era de outro estado. Quando pensei que meu problema para o bloqueio tinha um nome - garotas -, decidi me trocar e ir para a celebração.
Cheguei lá e enfim comi qualquer coisa, uns salgados, bebi algum refrigerante... Não sabia se já tinha ocorrido alguma solenidade, tipo missa ou sei lá o quê, mas estava rodando lá entre as mesas quando encontrei a morena, que já estava me olhando, com um sorriso maroto nos lábios. Eu me aproximei meio sem saber como fazer, mas já que estava ali não deixaria para depois... Conversamos um bocado, coisa de meia hora. Estava exageradamente perfumada. Como eu notasse que ela tinha um olhar de esfomeada quando olhava para meus lábios, decidi chamá-la para sair dali.
- Mora por aqui?
- Não moro não! Tenho até uma tia que mora aqui, mas hoje só vim para ajudar os irmãos na organização, sabe...
- Ah... devia aproveitar a estadia. A gente pode passear um pouco, o bairro tem uma praça bem legal ali...
- Prefiro ir a outro lugar!
- É? Onde? - eu sou mesmo um bocó...
- Sua casa, oras! Está vazia?
- Hmmmmmmmm, então vamos!
Na minha casa, ainda conversamos mais outro bocado. Ela estranhou chegar e ver o pc ligado, a música de Brahms a soar alto, papéis de texto impresso jogados no chão e livros na cama... Fomos pro sofá, era o jeito.
- Por que seu computador fica ligado?
- Porque se eu tiver uma idéia para escrever algo, não vou perder meu tempo ligando-o para digitar.
- E tá escrevendo algo?
- Sim, um roteiro sobre o comportamento masculino depois do sexo.
Ela ficou um pouco embaraçada, mas ficou curiosa:
- Qual é seu comportamento depois do sexo? - Perguntou.
- Eu pago a conta e vou embora.
Ela riu.
- Hoje não será preciso - disse, terminando o papo com esse cochicho, e subindo em meu colo, e me beijando, e tirando minha camisa. Quando tirei sua blusa e abri a fivela de seu sutiã, senti-me eufórico, logo me surgiram ótimas idéias, he!he!
A noite de transas e volúpias se estenderia por umas três horas, e terminou repentinamente quando, logo após chegarmos ao segundo clímax, ela recebeu um telefonema da tutora e no início da madrugada eu, ainda ensopado pelo nosso suor, precisei acompanhá-la até a Igreja, onde ela estava hospedada junto com parte do grupo. Voltei pra casa, ainda com idéias muito efervescentes na cabeça, dei uma relaxada na poltrona, fiquei a olhar para o teto uns instantes e depois me levantei, fui para computador e terminei o roteiro rapidamente - só o que me faltava mesmo era desopilar. Já totalmente saciado, fui tomar um banho, ainda estava com o corpo umedecido, e, enquanto me ensaboava tomado por uma agradável sensação de bem-estar, me veio uma dúvida, eu fiquei pensando quantos anos demoraria até que eu tivesse novo contato com uma garota. Foi o suficiente para fazer toda minha euforia descer pelo ralo junto com o suor e o perfume da Juliana.
Parei por aí. Não me lembrava, na verdade, do que havia escrito, e não lembrava se estava bebendo enquanto digitava. Mas quando acordei e notei o computador ligado, percebi isso, que não havia avançado muito na história. É incrível, tudo não passava de duas páginas de texto. Eu só poderia ter sido sacaneado, alguém roubou meus textos.
Fiquei irritado e chamando palavrões pela casa! Como eu não conseguiria ter passado de duas míseras páginas de roteiro? - e, destacando que o roteiro tem uma formatação diferente do usual, então eu sequer havia chegado em duas páginas! Sentei-me para dar continuidade à história puto da vida! Mas... Nada saiu!
Fiquei pensando no que me teria me causado aquela procrastinação. Percebi que há tempos eu não escrevia. Nem roteiros, nem contos, nem absolutamente nada! Não tinha nenhum estímulo. Pensei em beber, mas não tinha dinheiro, e fatalmente no bar da esquina, onde eu havia pego uma briga na noite anterior, eu não seria bem recebido - talvez no dia seguinte. Pensei também em fumar, mas por que fumar? Eu nem fumo! Detesto cigarros... fiquei, então, com esse bloqueio perdurando toda a manhã, com a barriga vazia e as mãos sustentando minha cabeça que tentava se aninhar nos meus braços por uma vergonha própria!
Então começaram a gritar, bater palmas, lá na porta da frente. Já era meio-dia e eu não tinha aberto uma fresta sequer de janela porque não queria ser incomodado, mas é incrível como as pessoas não respeitam uma casa fechada! Abri a porta e, com os olhos quase fechados, ofuscados pelo dia claro e reluzente, vi duas garotas: uma morena clara, muito charmosa, de cabelo curto, acima do pescoço, e uma branca, com um longo cabelo loiro, que não era tão bonita, ficava com a cara fechada todo o tempo. Do outro lado do portão, elas estendiam a mão e me chamavam para oferecer uma pequena papeleta.
- Oi! - disse a morena - Sou Juliana, esta é Lúcia, queríamos convidá-lo para a inauguração da Igreja do Jardim, terá uma festa para a comunidade, que fica ali no...
- Igreja? - Interrompi. - Desculpe, não sou cristão...
- Mas venha, venha sem compromisso, é uma festa, você vai gostar - até agora somente a Juliana havia falado.
- O que é isso, um grupo de jovens? - perguntei, apontando para uma foto que tinha no panfleto, com várias crianças e adolescentes sorridentes.
- Sim, é o nosso grupo - disse a outra - , você também pode participar, eu acho. Quantos anos tem? 25? Olha, então acho que pode participar sim...
Eu respondi que tinha 25 para me livrar do convite, não passo de 22 de fato... mas o plano não deu certo.
- Apareça! É ainda hoje, lá pelas 19h. Esperamos você! - disse a morena, dando uma piscadinha e saindo sem olhar para trás, mas com a certeza - eu aposto - de que sua bela nuca seria seguida atentamente até onde minha vista alcançasse.
Entrei e tranquei tudo novamente. Joguei a papeleta e fui procurar algumas coisas que me fizessem abrir a mente para escrever. Procurei numa estante alguns filmes que ainda não tinha assistido. Saquei um filme alemão, que comprei quando comecei a estudar esse idioma. "Vamos ver o que temos aqui?"
O filme não tinha legendas, e eu já tinha perdido muito da minha habilidade com o alemão. Mas dava para entender perfeitamente o conflito na história. Homens amedrontados e uma bela mulher que tinha uma deficiência física natural - ela tinha dentes na vagina, argh! Na minha inércia, terminei assistindo todo o filme e ficando ainda mais atordoado...
Peguei um livro pra ler, mas o livro não ajudava... estava cansado de ler e reler os mesmos livros. Peguei um do Fante, Pergunte ao Pó... que péssima escolha! Não bastasse eu estar em um tumulto por não conseguir nada escrever, o Arturo Bandini, personagem do livro, estava nitidamente com um interior mais tumultuado do que eu!
Às 19h, eu ainda andava para lá e para cá pela casa, quando reparei no pequeno cartaz de convite para a festa. Estaria meio atrasado se fosse para a inauguração da igrejinha, mas acho que valeria a pena. Fiquei pensando em reencontrar lá a Juliana, ela devia ter o quê?, uns 17, 18 anos talvez, era muito atraente e convidativa. Não poderia perder a oportunidade de reencontrá-la, eu mal saía pelas ruas do bairro, meu trajeto ali era só até o barzinho, não sabia nem se ela morava a um quarteirão de mim ou se era de outro estado. Quando pensei que meu problema para o bloqueio tinha um nome - garotas -, decidi me trocar e ir para a celebração.
Cheguei lá e enfim comi qualquer coisa, uns salgados, bebi algum refrigerante... Não sabia se já tinha ocorrido alguma solenidade, tipo missa ou sei lá o quê, mas estava rodando lá entre as mesas quando encontrei a morena, que já estava me olhando, com um sorriso maroto nos lábios. Eu me aproximei meio sem saber como fazer, mas já que estava ali não deixaria para depois... Conversamos um bocado, coisa de meia hora. Estava exageradamente perfumada. Como eu notasse que ela tinha um olhar de esfomeada quando olhava para meus lábios, decidi chamá-la para sair dali.
- Mora por aqui?
- Não moro não! Tenho até uma tia que mora aqui, mas hoje só vim para ajudar os irmãos na organização, sabe...
- Ah... devia aproveitar a estadia. A gente pode passear um pouco, o bairro tem uma praça bem legal ali...
- Prefiro ir a outro lugar!
- É? Onde? - eu sou mesmo um bocó...
- Sua casa, oras! Está vazia?
- Hmmmmmmmm, então vamos!
Na minha casa, ainda conversamos mais outro bocado. Ela estranhou chegar e ver o pc ligado, a música de Brahms a soar alto, papéis de texto impresso jogados no chão e livros na cama... Fomos pro sofá, era o jeito.
- Por que seu computador fica ligado?
- Porque se eu tiver uma idéia para escrever algo, não vou perder meu tempo ligando-o para digitar.
- E tá escrevendo algo?
- Sim, um roteiro sobre o comportamento masculino depois do sexo.
Ela ficou um pouco embaraçada, mas ficou curiosa:
- Qual é seu comportamento depois do sexo? - Perguntou.
- Eu pago a conta e vou embora.
Ela riu.
- Hoje não será preciso - disse, terminando o papo com esse cochicho, e subindo em meu colo, e me beijando, e tirando minha camisa. Quando tirei sua blusa e abri a fivela de seu sutiã, senti-me eufórico, logo me surgiram ótimas idéias, he!he!
A noite de transas e volúpias se estenderia por umas três horas, e terminou repentinamente quando, logo após chegarmos ao segundo clímax, ela recebeu um telefonema da tutora e no início da madrugada eu, ainda ensopado pelo nosso suor, precisei acompanhá-la até a Igreja, onde ela estava hospedada junto com parte do grupo. Voltei pra casa, ainda com idéias muito efervescentes na cabeça, dei uma relaxada na poltrona, fiquei a olhar para o teto uns instantes e depois me levantei, fui para computador e terminei o roteiro rapidamente - só o que me faltava mesmo era desopilar. Já totalmente saciado, fui tomar um banho, ainda estava com o corpo umedecido, e, enquanto me ensaboava tomado por uma agradável sensação de bem-estar, me veio uma dúvida, eu fiquei pensando quantos anos demoraria até que eu tivesse novo contato com uma garota. Foi o suficiente para fazer toda minha euforia descer pelo ralo junto com o suor e o perfume da Juliana.
10 comentários:
mais uma obra perfeita!!! não vejo a hora de ter em minhas mãos mais um clássico da literatura: Contos de blog, por Leon K. Nunes... rsrs
"Por que eu não consigo escrever nada?" Ultimamente tenho estado em uma dúvida parecida... =/
Beeijooos queriido!!
Lê, fazia tempo que eu não aparecia...
Pois bem, Natal é o cu do mundo mesmo!
Estudastes com Anny, que agora é minha companheira de labuta!?!?!?
Nossa!
Seus textos fascinantes, como sempre.
Começo e não consigo mais parar.
Será que depois tem um sobre o filme?
Hehehehe
Beijos!
Mas, que dúvida foi essa, rapaz?
E Juliana, sua musa inspiradora, que fim, ops!, começo deu?
Assim como você, não conheci meu avô paterno e materno, já falecidos. No entanto, é incrível como sinto a presença deles em minha vida. Marcas profundas e um legado precioso que quero levar junto ao peito. Perpetuação da espécie, talvez...
Abraxx!
"Peguei um do Fante, Pergunte ao Pó... que péssima escolha! Não bastasse eu estar em um tumulto por não conseguir nada escrever, o Arturo Bandini, personagem do livro, estava nitidamente com um interior mais tumultuado do que eu!"
Hahahahahahah...bom, parece que assim como Bandini, uma espécie de Camilla Lopez deu-lhe inspiração!
AMEI seu blog de paixão! Linkado!
;*
Ops!
Estou sumida né! Mas vi que vc tinha atualizado e não podia perder essa!!
Novamente o texto parece tão real que deixa a pulga atrás da orelha, onde a gente mistura o autor com o personagem rsrs
abraços!
Querido Leon,
muito obrigada pelos comentários sempre muito bons em meu blog. Hoje estou aqui, porém confesso que ainda não li essa postagem. Prefiro voltar com mais calma e ler atentamente para depois comentar. Hoje estou com a cabeça um pouco fora do lugar, aqui na minha cidade está um calor de 40º e eu mal consigo lembrar meu nome, rs.
Prometo que volto!
Um beijão!
Dida!
Acredite, se não já não tens esse clássico em mãos é porque estou fazendo suspense, hehehhe... Quanto a esta dúvida que nos martela: a procrastinação é de todo bom escritor (pelo menos eu tento acreditar nisso)... beijo enorme!
Jariny
Verdade, estudei com Anny sim... mas ela nem deve se lembrar de mim, pois seguiu adiante no curso enquanto abandonei no primeiro semestre... Quanto ao filme... quem sabe, né.. beijos!
Annah
Juliana, aquela moça meio enigmática sabe, creio que participará mais vezes dessas aventuras errantes... saudações pelos seus ascendentes.
Tatiana Pinheiro
Oh, uma leitora de Fante por aqui! Que honra! heheheh... Vi seu blog... bebemos da mesma fonte, creia. Foi bom conhecê-la... e acho que todo mundo tem uma Camilla Lopez para inspirar e atormentar...
Arlequina
É bom vê-la aqui colorindo esse cubículo cinzento.. quanto às suas impressões, é bom que as tenha... ruim seria se o texto não desse nenhuma margem a essa dúvida..
Camilla
Não precisa ter pressa... não quero que meus textos jamais se tornem uma obrigação... aprecie-os quando tiver vontade, assim como saboreamos nossos pratos preferidos.. No mais, não se esqueça do seu nome, pois se isso ocorrer então já terá esquecido o endereço do meu blog há muito tempo, rs...
Saudações!
Literatura Vil
Eu também me pergunto, diariamente, porque não consigo escrever.
E não encontro resposta alguma.
Beijos.
Nossa senhora,Leon. Tu escreves muito. Mesmo que eu fique um tempo sem andar pelos blogs, e quando eu volto (volto direto aqui...)teus textos estão cada vez melhores. É incrível a tua habilidade natural para escrever. Fico felizmente impressionada.
Adoro te ler.Adoro ter tempo para o fazer.
Obrigada pelo último comentário, não sabes o quão emocionada fiquei por vir de ti tais palavras de carinho... Fico muito feliz por saber que de alguma forma posso ajudar alguém que necessite. Mesmo que demore... como tu mesmo me dissestes, “temos de estar preparados para receber as coisas que a vida nos manda”, deixar de enxergar igual a um cavalo, e passar a olhar também para os lados. Para todos os lados com o coração aberto, e seguro de encontrar algo que lhe trará a tão necessitada e esperada paz. E ela está em nós.
Dentro de nós. E conseqüentemente à nossa volta.
De certa forma, levei e ainda levo bastante na cara para captar tal informação em meu coração. E quando percebe-se tamanha divindade dos dias, por simplesmente existir, não vejo como tempo perdido, e sim como um preparo, como um desenrolar da capacidade de compreensão. Um amadurecimento da alma.
Coisa de dentro para fora.
Coisa notada em tuas palavras. E fico muito feliz por isso!Muito.
Leon, mudei o endereço do blog.Estou no www.algumasletras.wordpress.com
Beijos!
Juliana Caribé
Pra que respostas, né?!... Beijos...
Fabíola Weykamp
É bom revê-la aqui, depois de tanto tempo... de fato, gostei do que escrevesse, tem conseguido manter seu estilo e seu jeito de pensar nos textos. Muito bem. Atualizei o endereço aqui, beijos!
Saúdo a todas as garotas que comentaram aqui, nunca esse blog foi tão feminino rs... Beijos!
Literatura Vil
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